terça-feira, 6 de agosto de 2013

Turismo na África

Turismo na África mistura o sofisticado e o selvagem

Continente tem criado cada vez mais atrativos para turistas de todo o mundo

Safari no Parque Serenguetti, na TanzâniaA África, continente sofisticado e selvagem, tem destinos turísticos para todos os gostos. O Nova Áfricadesta semana mostra as riquezas naturais dessas terras que, apesar de dificuldades econômicas e políticas, desponta como um interessante roteiro de viagem. Os apresentadoresMárcio Werneck e Dina Adão mostram algumas das atrações.

A viagem começa naTanzânia, onde está um dos maiores e mais famosos parques nacionais do planeta, o Serengeti. Com área equivalente a 14% de todo o território do país, o Serengeti abriga os maiores mamíferos terrestres do planeta.

Lá, é possível realizar safáris onde, em vez de armas, apenas máquinas fotográficas são permitidas. Também se pode conhecer o povo Massai, que há 200 anos vive na região. O líder tribal Sokoine Moir Pojus explica o modo como a cultura Massai interage com a natureza.

O programa mostra também a cratera de Ngorongoro, formada pela explosão de um vulcão há milhões de anos. O local é considerado uma verdadeira arca de Noé pelos especialistas, devido ao impressionante ecossistema existente ali.

Na África do Sul, país que tem se esforçado para explorar o potencial turístico, investe-se cada vez mais em um produto degustado em todos os continentes: o vinho. O produtor Jacques Borman explica como a bebida atrai turistas e leva riqueza para a região. O enólogo Louis Koch mostra as etapas de produção, incluindo uma degustação.

Já na Costa do Marfim, o Nova África mostra como o país luta para fortalecer seu potencial turístico. No balneário de Assenie, o proprietário de um resort explica as mudanças positivas no turismo. Em entrevista especial, o ministro do turismo, Aké Atchimon Charles acrescenta que o país pretende aumentar o turismo internacional e, com isso, melhorar as condições de vida da população.

Conheça também a catedral católica Nossa Senhora da Paz, considerada a maior igreja do mundo. O monumento é um marco da tolerância religiosa em um país habitado por pessoas de diferentes crenças.

 

Fonte Nova África

Youtube

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Artesanato Africanos renda e tradição

Veja como africanos usam a arte para gerar renda e cultivar tradições

Manifestação Gule Wankulu

Manifestação Gule Wankulu, no MalawiO Nova África desta semana desvenda o artesanato africano e mostra peças únicas e ricas em referências étnicas, religiosas e culturais. Veja como os artesãos imprimem em cada material produzido um pouco de suas crenças e tradições, e descubra que por trás de cada símbolo escondem-se séculos de história.

A viagem começa no Gabão, onde são encontradas as máscarasNgil, que fazem parte da tradição de várias etnias africanas nos rituais mágicos e de cura praticados por diversas tribos do continente. Quem fala sobre a importância cultural desta arte e de como ela influencia a sociedade é o artista, pintor e grande conhecedor do assunto, o gabonês Minkoe Mi-Nze.

Além disso, veja como é a produção artesanal das máscaras Fang, e como da madeira bruta o homem extrai belos trabalhos vendidos a preços de ouro para países europeus e americanos.

Já na Suazilândia, acompanhe a visita a uma fábrica que há 30 anos produz velas artesanais inspiradas na fauna africana, e conheça uma fábrica de cristais mundialmente conhecida por suas peças de vidro.

De lá, o Nova África segue para o Malawi, onde a máscara Nyau é de extrema importância para povoChewa. O chefe de tradições Njenwa explica como o ritual Gule Wankulu ajuda as pessoas a se manterem em sua cultura e a respeitar os seus valores. Segundo a tradição, o rito transforma homens em espíritos através das mascaras.

Quem também fala da importância das máscaras Nyau e do Gule Wankulu na cultura Chewa é o ex-vice presidente do Malawi e conselheiro do rei Chewa, Justin Malewezi. Ele conta como suas tradições representam parte de uma África que resiste ao abandono de suas histórias e de suas referências.

Por fim, o programa vai ao Marrocos para conhecer o sapateiro Daudí, que já recebeu diversos prêmios pelo trabalho que realiza com o couro e já viajou meio mundo expondo e vendendo bolsas e sapatos feitos à mão.

 

 

O Nova África desvenda o artesanato africano e mostra peças únicas e ricas em referências étnicas, religiosas e culturais. Veja como os artesãos imprimem em cada material produzido um pouco de suas crenças e tradições, e descubra que portrás de cada símbolo escondem-se séculos de história.
A viagem começa no Gabão, onde são encontradas as máscaras Ngil, que fazem parte da tradição de várias etnias africanas nos rituais mágicos e de cura praticados por diversas tribos do continente. Quem fala sobre a importância cultural desta arte e de como ela influencia a sociedade é o artista, pintor e grande conhecedor do assunto, o gabonês Minkoe Mi-Nze.

Publicado em 10/01/2013

domingo, 4 de agosto de 2013

História de Palmares nova cronologia

Pesquisadora da Unicamp se debruça sobre documentos históricos que permaneciam inéditos desde o século XVII para entender as formas de dominação no período colonial

Documento Palmares

História de Palmares ganha nova cronologia com análise de fontes originais

Agência FAPESP – Em 1678, o então rei dos Palmares firmou um acordo de paz com o governador de Pernambuco, a autoridade máxima sobre um território que englobava os atuais estados da Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, além de Pernambucano.

A negociação durou alguns meses e envolveu intérpretes, envio de embaixadas, presentes e libertação de prisioneiros. De um lado, Ganazumba (ou Gangazumba), tio de Zumbi, séculos depois apontado como símbolo da resistência contra a escravidão; de outro, dom Pedro de Almeida, governador prestes a voltar para Portugal.

Até agora pouco estudado e comentado pela historiografia, o episódio vem ganhando contornos mais definidos sob a luz de documentos originais, boa parte deles inéditos. O material, manuscrito, inclui cartas, despachos de conselheiros do regente português, crônicas e até rascunhos encontrados em Portugal pela historiadora Silvia Hunold Lara, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em pesquisa realizada no âmbito do Projeto Temático “Trabalhadores no Brasil: identidades, direitos e política (séculos XVII a XX)”.

A documentação tem permitido que Lara e outros historiadores tracem uma nova cronologia sobre Palmares. “Em geral, a historiografia periodizou a história palmarina a partir das guerras feitas contra eles. Procuro me concentrar na formação dos mocambos [os assentamentos de fugitivos] e entender como eles se organizavam em termos políticos e militares”, disse Lara à Agência FAPESP.

“A década de 1670 é importante porque marca o reconhecimento por parte das autoridades portuguesas e coloniais desse sobado (estado africano) em Palmares. Os termos do acordo negociado em 1678 constituem a maior evidência disso”, disse a historiadora.

Em seus estudos, Lara retoma teses de uma vertente da historiografia que dá ênfase às raízes africanas de Palmares, na qual se incluem os brasileiros Nina Rodrigues (1862-1906) e Edison Carneiro (1912-1972) e os norte-americanos Raymond Kent (1929-2008), Stuart B. Schwartz e John Thornton.

De acordo com Lara, um documento-chave para entender Palmares é uma crônica anônima, com data atribuída a 1678, escrita logo depois do acordo de paz selado entre Ganazumba e o governo de Pernambuco, quando d. Pedro de Almeida volta a Portugal e vai mostrar seus feitos às autoridades portuguesas.

“É uma crônica extensa, que faz uma história de Palmares, desde o seu início até 1678. Dá nome aos mocambos, descreve as relações entre os chefes militares e os chefes dos mocambos, conta as expedições feitas e equipara a uma conquista militar a vitória [parcial] obtida em 1677 por uma expedição que destrói os mocambos e está na origem do acordo de paz”, disse.

Palmares luta

O grande ponto, segundo a professora titular do Departamento de História da Unicamp, é que essa crônica sempre havia sido lida pelos estudiosos a partir de uma publicação na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro de 1859 – feita quase 200 anos após ser redigida.

“As pessoas não viram o original, que estava perdido nos arquivos. Quando você olha o original, pode ver que houve transcrições incorretas”, disse Lara. Um bom exemplo é o dos nomes das lideranças palmarinas e dos principais mocambos ali descritos – com diferenças em relação aos consagrados pela historiografia.

“A maior parte de quem lidou com Palmares trabalhou com uma documentação impressa. E quem transcreveu e publicou fez uma seleção. Ao ir às fontes e aos arquivos, localizei uma quantidade muito grande de fontes ao redor desses documentos transcritos, muitas nunca publicadas”, disse.

Os achados estavam no Arquivo Histórico Ultramarino e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, e na biblioteca pública da cidade de Évora, interior de Portugal.

Saindo da trilha dos Imbangala

Lara também parte de um trabalho publicado em 2007 por Thornton e pela historiadora Linda Heywood, da Boston University, nos Estados Unidos, sobre a história das guerras na África Central para estudar quem eram os africanos escravizados e trazidos para o Brasil que fugiram e acabaram se organizando em agrupamentos em vários pontos de uma extensa região nordestina ao norte do Rio São Francisco, caracterizada por matas de palmeiras.

“Hoje conseguimos saber com um pouco mais de precisão quem eram as pessoas trazidas para cá: muito provavelmente eram falantes de kimbundu, língua africana da região do então reino de Ndongo, que ocupava o que hoje é uma região de Angola”, disse.

Dos vários assentamentos de fugitivos – todos conhecidos nessa época como palmares –, um deles em especial se consolidou durante o período da ocupação holandesa (entre 1630 e 1654), formando uma rede de mocambos que se tornou conhecida depois como Palmares. Nove mocambos chegaram a abrigar no total cerca de 11 mil habitantes, de acordo com algumas fontes.

“Todo mundo diz quilombo dos palmares, mas a palavra ‘quilombo’ é empregada deslocadamente nesse contexto e é anacrônica para designar Palmares. A palavra empregada naquele período para designar ‘assentamentos de fugitivos’ é mocambo”, afirmou Lara.

Segundo a historiadora, “kilombo” é uma palavra africana que significa “acampamento de guerra”, usada pelos grupos nômades guerreiros Imbangala, da África Central. Historiadores como o norte-americano Stuart Schwartz, da Yale University, consideraram que a formação dos quilombos nas Américas estava relacionada a esses acampamentos guerreiros – daí a origem do termo.

“Mas acho que essa não é uma matriz da formação dos assentamentos dos fugitivos no Brasil. Os kilombos Imbangala tinham rituais específicos, com morte de crianças, serragem de dentes e canibalismo. Como eram nômades, não tinham uma ligação territorial nem as linhagens que davam a legitimidade do poder, diferentemente do que ocorreu nos mocambos do interior de Pernambuco, onde se formou um reino linhageiro”, disse Lara.

Os mocambos se organizavam segundo uma gramática política centro-africana, explicou a pesquisadora. Como nos sobados centro-africanos (os potentados locais da África), os chefes políticos dos mocambos do Nordeste mantinham relações de parentesco entre si e todos estavam subordinados a Ganazumba, conhecido como rei dos Palmares. “Esse sobado que se formou no interior de Pernambuco foi reconhecido pelas autoridades coloniais como um poder político independente, com o qual se podia negociar”, disse.

Mudança para Cucaú

A pesquisadora conta que a ideia de as autoridades coloniais fazerem acordos com fugitivos sempre existiu – e não apenas no Brasil. O de 1678, porém, foi o que mais progrediu. Boa parte dos habitantes dos mocambos de Palmares mudou-se para uma aldeia criada especialmente para recebê-los, Cucaú, e eles foram considerados livres.

A paz, no entanto, não durou mais do que dois anos. Uma parte dos mocambos, liderada por Zumbi, rejeitou o acordo e ficou em Palmares. Seguidores de Ganazumba, como seu irmão Ganazona, participaram de buscas para trazer os que haviam permanecido no mato. Ganazumba termina assassinado e Cucaú, destruída, provavelmente por tropas coloniais. As pessoas que moravam lá voltaram à condição de escravos.

“A história contada até hoje sobre Palmares é uma história militante e toda ela converge para o enaltecimento da figura de Zumbi como a grande liderança que jamais se curvou e resistiu à escravidão até ser morto em 1695; as pessoas reiteram e usaram a mesma documentação para dizer mais ou menos a mesma coisa”, ressaltou Lara. “Essa história passa muito rápido pelo acordo de paz. Tão rápido que os termos do acordo nunca foram publicados nas coletâneas de documentos feitas sobre Palmares.”

Interessada em discutir as formas de dominação nesse período e o modo como africanos e indígenas lidaram com o domínio colonial, Lara recupera de todas as formas o acordo. “A história de Palmares, da maneira como a estamos estudando, ajuda a entender como a dominação colonial foi enfrentada e modificada pela ação dos índios e dos africanos na África e no Brasil.”

Com o auxílio do Projeto Temático FAPESP, Lara e sua equipe montaram uma base de dados sobre Palmares, organizada de forma a ser disponibilizada para consulta pública on-line. Cerca de 2 mil documentos foram digitalizados e aos poucos estão sendo transcritos. “Espero que, dentro de dois anos, tudo esteja aberto para o público”, disse.

Diversos bolsistas também produziram trabalhos relacionados à produção da base de dados. Um deles foi a monografia de graduação "Guerras contra Palmares: um estudo das expedições realizadas entre 1654 e 1695", de Laura Peraza Mendes, que ganhou prêmio de melhor monografia de graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp em 2011.

Mendes defenderá sua dissertação de mestrado, que contou com Bolsa FAPESP (www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/127403/as-expedicoes-contra-os-mocambos-de-palmares-e-os-dilemas-do-governo-colonial-em-pernambuco-1654-169), em agosto de 2013.

Lara agora trabalha para transformar em livro a tese  “Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação”, com a qual se tornou professora titular.

01/08/2013

Por Frances Jones

fonte: Agência FAPESP

sábado, 3 de agosto de 2013

Corpo do Amarildo no aterro do lixão?

Caso Amarildo: PM diz que tráfico obrigou caminhão a recolher corpo

A Polícia Civil chegou a fazer buscas no Caju, mas foi informada de que o lixo fica poucos dias no lugar, sendo levado para o aterro de Seropédica.

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Elizabeth, mulher de Amarildo, em frente à Divisão de Homicídios com um perito Ana Branco / O Globo

O delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios (DH), que assumiu o caso na quinta-feira, já determinou que uma perícia seja feita no local.

Perícia na sede da UPP

A versão de que criminosos teriam ordenado ao tio do PM que levasse um corpo para o lixão pode confirmar a informação do major Édson, que disse ter visto Amarildo pela última vez descendo a escadaria de acesso à Rua Dioneia, ao sair da UPP. No entanto, justamente as câmeras localizadas na escadaria e em frente à sede da unidade, únicos caminhos por onde o ajudante de pedreiro poderia passar ao sair da UPP, não estavam funcionando naquela noite. Segundo a empresa que faz a manutenção do equipamento, havia peças queimadas.

Outro dado que chama a atenção é o fato de os equipamentos de GPS de três carros da UPP da Rocinha, inclusive o que transportou Amarildo de casa até a unidade, estarem desligados no dia do seu sumiço. Os aparelhos servem para registrar os locais percorridos pelos veículos. A Secretaria de Segurança informou que técnicos estão tentando detectar a falha.

Diante das dúvidas, policiais da DH ouviram ontem de novo a família de Amarildo — investigadores da 15ª DP (Gávea) já haviam colhido depoimentos de parentes. Na sexta-feira, foi ouvida a mulher da vítima, Elisabete Gomes da Silva. Também foi realizada uma perícia na UPP da comunidade.

Fonte CBN/Globo

Fronteira do desenvolvimento africano

A nova fronteira do desenvolvimento africano

O desenvolvimento do continente com uma das maiores taxas de crescimento do mundo

Com uma das maiores taxas de crescimento econômico do planeta,  a África está nos planos de governos e empresas, que enxergam excelentes oportunidades de negócio e investimentos no continente. ONova África mostra os fenômenos que geram o crescimento da África e as fórmulas que impulsionam o sucesso dos países africanos.

O primeiro é Botswana, apontado por entidades internacionais como uma história de sucesso e desenvolvimento. De acordo com o presidente da Bolsa de Valores, Hiram Mendes, a estabilidade política e a intolerância à corrupção colaboram para o sucesso de uma economia em crescimento.

No programa, Mendes conversa sobre a necessidade de se ampliar o mercado e o fim da dependência econômica da exploração de diamantes, uma das maiores riquezas de Botswana.

Nova África - Segunda temp. - Ep. 17 - Fronteira do Desenvolvimento (trailer)

O décimo sétimo episódio da segunda temporada do Nova África, da TV Brasil, exibido no dia 1 de fevereiro de 2013, mostra o desenvolvimento do continente com uma das maiores taxas de crescimento do mundo.

De lá, o Nova África segue para Cabo Verde. O primeiro ministro do país, José Maria Neves, descreve o potencial turístico da região e explica como o país investe na qualificação de mão de obra. Um exemplo é a Escola de Hotelaria e Turismo que, apesar do esforço, não consegue suprir o mercado com trabalhadores qualificados.

De Cabo Verde, o programa segue para Angola, que ainda ostenta altos índices de desemprego entre a população, a despeito da crescente economia. O repórter Márcio Werneck mostra que o país corre um sério risco com a falta de profissionais qualificados. Atento ao problema, o governo angolano vem desenvolvendo políticas de formação profissional.

A equipe visita o Centro Integrado de Formação Tecnológica, que dá suporte às empresas angolanas e estrangeiras com trabalhadores especializados. E mostra que Angola, apesar dos avanços, busca diversificar a sua economia e diminuir a dependência da sua maior fonte de renda: o petróleo. Em  entrevista especial, o economista angolano, José Cerqueira, faz uma análise dos sucessos e principais desafios desse país.

fonte: TV Brasil

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Moda africana - Brasil

Mulheres africanas aproveitam os preços de São Paulo e sobrevivem da revenda dos produtos

Moda africana - Angola Fashion Week

O Nova África mostra como a estética do continente africano tem se tornado referência de moda para as passarelas de todo o mundo. Você verá que a África é mais do que uma fonte de inspiração para o planeta. Em vários países africanos surge uma geração de estilistas que, como muita criatividade, estão colocando as grifes e passarelas da África no mapa da moda mundial. Os repórteresMárcio Werneck e Aline Maccari, mostram que a África também combina com a alta costura.

Na cidade de Joanesburgo, naÁfrica do Sul, designers do continente mostram o seu talento para o mundo. O Mercedes-benz Fashion Week, é o evento escolhido por estilistas africanos como o principal cenário para as suas coleções. O programa ouviu a empresária Precious Motsepe, uma das mais influentes personalidades da moda africana e criadora da principal empresa de eventos de moda do continente, o Fashion Week Internacional.

Já em Angola quem está na moda é o Brasil. Os designers desenvolvidos no Brasil fazem a cabeça, o corpo e os pés de angolanos e angolanas. O Nova África mostra que esse sucesso vem de uma mania brasileira muito comum no país: as novelas. Inspiradas pelas telenovelas, dezenas de sacoleiras angolanas vem ao Brasil para levar as roupas utilizadas por atores e atrizes brasileiros. O programa mostra como funciona esse mercado e acompanha esses comerciantes da moda pelas ruas de São Paulo.

De Angola, para o Marrocos. A repórter Aline Maccari mostra um país que tem tradição em produtos de moda que são disputados em todo o planeta. Ali, é possível conhecer os famosos tanques marroquinos para tingimento de couro, o Tanrík. O local, que existe há mais de mil anos, serve para o preparo do produto utilizado na confecção de diversos acessórios. Outro ponto alto na arte marroquina é a confecção de jóias. A prata, o âmbar e os corais conquistam os estrangeiros com designers exóticos influenciados pela cultura do norte da África, o Berber.

No Marrocos, o tradicional ganha roupagens modernas com a ajuda de estilistas africanos e estrangeiros. A repórter Aline Maccari mostra como uma peça clássica do vestuário marroquino, oCaftã, foi redescoberto por grandes estilistas nas décadas de 1960 e 1970. Ainda no país é possível conhecer também a fonte de inspiração do estilista mundialmente famoso, Yves Saint Laurent. EmMarrakesh, os Jardins Majorelle servia como um refúgio criativo para que ele pudesse criar as suas novas coleções.

 

Nas ruas do Brás, tradicional ponto de venda de roupas em São Paulo, belas mulheres negras, falantes e alegres desfilam com seus cabelos bem penteados e roupas com cores vibrantes. A cena se repete no bairro de Bom Retiro e também nas pontas de estoque de Moema.
A clientela feminina é formada por sacoleiras vindas de Cabo Verde, Moçambique, mas principalmente, de Angola. Elas atravessam o Atlântico e embarcam para a cidade de São Paulo em busca de produtos à moda brasileira para revender em seus países de origem. As compras são feitas em quantidades enormes e depois despachadas por transportadoras.

Fonte TV Brasil

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sangue no carro da polícia não é de Amarildo

Sangue encontrado em carro da UPP da Rocinha não é de Amarildo, diz Polícia Civil

 

Amarildo Cristo

Rio de Janeiro – O Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense da Academia de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou  que o sangue encontrado na viatura da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, zona sul do Rio, não é do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza. O resultado do exame foi divulgado na noite de ontem (31). O morador da comunidade carioca está sumido desde o dia 14 de julho, quando foi conduzido da sua casa para a sede da UPP.

A Polícia Civil informou em nota que “pela manhã [de ontem], dois filhos do pedreiro coletaram amostra de material genético para confrontar com o DNA do sangue detectado no carro com o uso de luminol. O resultado deu negativo. A investigação continua em andamento com a Delegacia de Homicídios”.

Às 14h de hoje (1º) o promotor de justiça Homero Neves; o delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Rivaldo Barbosa; a esposa de Amarildo, Elizabete Gomes; e o subprocurador-geral de Justiça de Direitos Humanos e Terceiro Setor, Ertulei Laureano, farão uma reunião na sede do Ministério Público Estadual.

Edição: Valéria Aguiar

 

01/08/2013 - 11h47

Da Agência Brasil